Técnicas de massagem terapêutica

As técnicas de massagens terapêuticas são indicadas para alguns quadros de doenças, dores musculares, contusões e distúrbios psicológicos. A massagem ajuda a acalmar e estimula os músculos, tendões e ligamentos. A massagem terapêutica é ótima para o sistema circulatório e ajuda a desintoxicar o organismo. As técnicas também apresentam resultados positivos e benéficos para o sistema urinário e o sistema nervoso.

As principais técnicas de massagens terapêuticas utilizam pressões para ativarem a musculatura. Os movimentos utilizados são: Effleurage (técnicas de deslizamentos), Vibrações, Petrissage (técnicas de amassamentos), Fricção com movimento circular e Tapeamento com batidas de aspecto rítmico.

A Massagem Terapêutica é excelente para o corpo e para a mente. Essa terapia é muito séria e baseada em estudos sobre o organismo humano. Algumas variações da massagem terapêutica são a drenagem linfática e a massagem modeladora.

Esse tipo de massagem aumenta a produção dos hormônios ocitocina e endorfina, e pode ser indicado para o tratamento de patologias como a fibromialgia, lesões por esforço repetitivo, dores crônicas, tendinites e vários tipos de dores de cabeça. A massagem terapêutica também é ótima para combater a insônia e para promover o relaxamento muscular.

Existe um tipo de massagem ideal para cada problema físico ou emocional. Conheça todos os benefícios da massagem terapêutica e mude sua vida, acabando com as dores físicas e ganhando mais bem estar, tranquilidade e relaxamento.

Serasa dá dicas de como gastar no dia das crianças sem se endividar

Com a chegada do Dia das Crianças, a correria pode fazer com que o consumidor compre sem planejamento e cometa extravagâncias, estourando o orçamento. Mas é possível fazer uma escolha mais consciente e segura, sem deixar de agradar a criançada, segundo o superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian, Júlio Leandro.

Ele recomenda cautela em meio ao atual cenário econômico com inflação e juros elevados, que acabam diminuindo o poder de compra. Os consumidores endividados não devem se descuidar gastando mais do que podem na data comemorativa, aconselha.

A Serasa aconselha que, antes de ir às compras, seja verificado o quanto pode ser gasto, levando em conta as dívidas pendentes e os gastos do futuro. Além disso, as decisões devem ser tomadas em família. Inclusive as crianças devem saber a real situação financeira da casa. Assim, é possível chegar a um valor de presente que agrade a todos.

Os preços devem ser pesquisados e pechinchados. Atenção especial deve ser dada aos preços dos brinquedos e eletroeletrônicos, cuja maioria possui componentes importados e, com a variação do dólar, podem ter ficado mais caros.

O mesmo produto deve ser pesquisado em lugares diferentes, pois algumas lojas podem ter estoques antigos e oferecer um preço mais baixo.

A criatividade pode ser usada para fazer em casa um presente para a criança. Uma dica é reciclar os materiais disponíveis em casa.

O consumidor deve ter cuidado com parcelamentos para não comprometer ainda mais a renda, já que o fim do ano está próximo e, neste período, os gastos aumentam ainda mais. A Serasa recomenda fazer o pagamento à vista ou dar uma parte maior de entrada.

Em caso de a criança pedir um presente caro, veja se é possivel transferi-lo para o final do ano, quando a renda está mais esticada, com 13º salário e bônus. Em último caso, cogite a possibilidade de o presente valer para as duas datas.

As despesas realizadas com cartão de crédito devem ser controladas. A Serasa informa que o pagamento integral da fatura é a melhor saída, evitando o rotativo do cartão.

As compras pela internet exigem atenção redobrada, principalmente com preços e ofertas mirabolantes, prazo de entrega e forma de pagamento que o site oferece.

Consumidor inadimplente deve buscar a renegociação com seus credores antes de fazer novas compras.

Fonte: G1

Ministério reforça necessidade de segunda dose de vacina contra o hpv

O Ministério da Saúde reforçou esta semana a importância da segunda dose da vacinação contra o HPV (papiloma vírus humano), que deve ser aplicada seis meses após a primeira para garantir a imunização completa contra a doença. Desde o começo de setembro, os postos de saúde e escolas já estão oferecendo essa dose a meninas de 11 a 13 anos. A primeira etapa da campanha teve início em março. A última fase da vacinação é uma dose de reforço, cinco anos depois.

De acordo com o diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, por não conter o vírus vivo, a vacina não apresenta risco de infecção. Ele reforça ainda que ela é extremamente segura e que os efeitos colaterais podem ser os mesmos de qualquer injeção, como dor e vermelhidão no local de aplicação. “A maior parte das reações se deve mais a um componente psicológico do que ao conteúdo da vacina em si, especialmente quando são reações adversas que acontecem com meninas que se conhecem”, afirma. No entanto, Maierovitch deixa claro que isso não quer dizer que efeitos colaterais relatados – como no caso das jovens de Bertioga, litoral de São Paulo, que se queixaram de dor de cabeça, vermelhidão no corpo e formigamento nas pernas após a imunização – sejam uma invenção. Segundo o diretor, reações naturais à dor podem sugestionar outras garotas a sentir o mesmo. “A vacina vem sendo aplicada em milhões de meninas em todo o mundo e esporadicamente se observam essas reações, relacionadas mais a questões psicológicas”, tranquiliza.

Existem dois tipos de vacinas contra o HPV: a bivalente e a quadrivalente. A primeira atua apenas contra os vírus 16 e 18, causadores de 70% dos casos de câncer de colo do útero. Já a quadrivalente, que é a oferecida pelo SUS, protege contra os dois anteriores e também contra o 6 e o 11, causadores de verrugas na região do ânus e dos genitais. Como a incidência de câncer de colo do útero é muito maior do que o de genitais em meninos, a dose é oferecida pela rede pública apenas para elas, que são prioridade por estarem sujeitas a maiores riscos. Mas isso não significa que o seu filho não possa ser imunizado. Na rede particular, cada dose da quadrivalente custa cerca de R$ 380.
Sobre o HPV

O fato de não ter sintomas não significa que o vírus do papiloma humano não está presente no organismo. Na maioria das vezes, o HPV é assintomático, porém, em alguns casos pode causar verrugas genitais, lesões e câncer. O exame de papanicolau identifica esses sinais e possibilita tratamento antes que eles progridam para o câncer de colo de útero, terceiro tumor mais frequente na população feminina e provocado pelo vírus em 90% dos casos.
O HPV é transmitido basicamente pelo contato sexual, mas não há a necessidade de troca de fluidos sexuais, sendo suficiente apenas o contato com a mucosa. Raramente a transmissão se dá por meio de objetos. É importante lembrar que tomar a vacina não elimina a necessidade do uso de preservativos, já que ela não protege de todos os tipos de HPV nem de outras doenças sexualmente transmissíveis.

Fontes: Rosana Richtmann, membro do comitê de imunizações da Sociedade Brasileira de Infectologia e infectologista do Instituto Emílio Ribas; Igor Padovesi, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz (SP)

Fonte: Revista Crescer

Muito além das aulas de educação física

Sessenta minutos de exercícios diários, de moderados a intensos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, é o mínimo que as crianças (de 5 a 17 anos) precisam para melhorar a capacidade cardiorrespiratória, fortalecer ossos e músculos e combater a obesidade. A ênfase é nos exercícios aeróbicos, que vão desde brincadeiras e jogos à prática esportiva. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos mostra que menos da metade dos jovens daquele país segue a orientação. No Brasil, não há estatísticas. Mas a maioria das escolas oferece apenas duas aulas de educação física por semana e as crianças já não brincam mais nas ruas por questões de segurança.

Uma alternativa, nesse contexto, são as aulas extracurriculares que envolvem movimento. “Para um ser humano em pleno desenvolvimento do sistema neuromotor, a estimulação é determinante”, acredita o professor de educação física Rafael Kanitz Braga, mestre em Ciências do Movimento Humano e docente da PUC-PR. Ele destaca que é importante incorporar as atividades físicas desde a educação infantil, sejam espontâneas ou direcionadas, para que elas se tornem rotina na vida adulta.

E se ele não quiser ir mais à aula?
Na infância, as aulas, tanto na escola quanto as extracurriculares, têm de ser lúdicas – as regras são incorporadas para valer somente após o 3º ano, em geral. “São uma iniciação ao esporte e não treino”, alerta Pâmela Santi, professora de educação física do Colégio Joana D’Arc, em São Paulo. Por isso, o ideal é que a criança escolha o que mais lhe atrai. Opções não faltam! Atualmente, os tradicionais futebol, judô, balé e natação estão perdendo espaço para outras atividades como circo, capoeira, yoga, entre outros. Os pais podem fazer sugestões, obviamente, só não vale insistir para o filho praticar um esporte que vá satisfazer apenas a eles: a atividade tem de ser prazerosa e motivadora para a criança.

Além das aulas regulares de educação física na escola, dedicar duas horas por semana da agenda à prática esportiva já basta. Afinal, seu filho também precisa ter tempo para se exercitar, brincando de outras coisas. Se ele, entretanto, chora para ir à aula, pede para mudar de curso com frequência ou até finge que está doente no dia, é um sinal de que algo não vai bem. De acordo com Pâmela, antes de brigar ou, pior, obrigar a criança a ir à aula, melhor descobrir a razão. “Pode ser que ele tenha se desentendido com um amigo ou que a escola esteja forçando demais”, diz. Vale a pena respeitar a vontade do seu filho caso ele queira desistir, oferecendo outras opções de exercícios. Pode ser que ele até peça para voltar, dali a um tempo. Insistir demais, entretanto, aumenta as chances de frustração–sem falar naquele trauma de ser o último a ser escolhido, sabe?– e, assim, de ele fugir dos esportes no futuro.

Fonte: Revista Crescer (Malu Echeverria)

10 alimentos que parecem saudáveis, mas não são!

1 – Barrinha de cereais
Elas prometem ser uma ótima opção para o lanche das crianças porque são práticas de armazenar e contêm fibras – nutrientes que aumentam a sensação de saciedade, dão energia e ajudam no funcionamento do intestino e na absorção de gorduras. Pelo menos na teoria. Especialistas alertam que muitas das barrinhas de cereais que existem no mercado são, na verdade, ricas em açúcar e sódio. Para saber se a que você compra é assim, compare os ingredientes que estão no rótulo. O que vem primeiro é o que está em maior quantidade, então procure marcas em que a fibra esteja no começo da lista. Prefira as de fruta, que são menos gordurosas, e as que contêm flocos de milho, mel, aveia e castanhas. “Também fique de olho porque a lecitina de soja, substância usada para dar liga no alimento, pode causar alergia nas crianças”, alerta a nutricionista Elaine Pádua, autora do livro O Que Tem no Prato do Seu Filho? – Um Guia Prático de Nutrição Para os Pais (Ed. Alles Trade). Você pode fazer uma barrinha mais natural em casa ou substituí-la pela bananada (doce de banana em massa) sem açúcar, que também tem fibra e mais vitaminas. Nesse caso, a banana não é desidratada, como na barrinha, mantendo seus nutrientes.

2 – Suco de caixinha
Algumas dessas bebidas, também chamadas de néctar de fruta, têm tanto quanto ou até mais açúcar do que os refrigerantes. São até duas colheres de sopa a cada 200 ml, além de uma quantidade grande de sódio, substância que, em excesso, pode sobrecarregar os rins e aumentar as chances de a criança ter pressão alta no futuro. Os corantes e aromas também aparecem no suco de caixinha (inclusive nos de soja), ou seja, mais química ainda. A saída é alterná-lo com o suco natural (ou água mesmo!). Você pode dar o industrializado no lanche, por exemplo, e o caseiro, no jantar. Na lancheira térmica, o suco natural dura até três horas sem estragar. Para aumentar a duração da bebida, misture-a com água de coco, que retarda o processo de oxidação, é um hidratante natural e não tem muito sódio nem na versão das prateleiras. Outra alternativa são os sucos prontos integrais, que não têm açúcar e só precisam ser dissolvidos em água. Mas não abuse. Qualquer tipo de suco deve ser consumido no máximo duas vezes ao dia, pois são calóricos – pense que, para fazer apenas um copo do de laranja, é preciso três frutas!

3 – Peito de peru
Apesar de ser visto como uma alternativa melhor do que o presunto, os dois têm a mesma quantidade de sódio e gordura porque são uma mistura de carne e pele (eca!) do animal. Para conservar o produto, as indústrias usam nitritos e nitratos, substâncias químicas que, segundo algumas pesquisas, podem causar câncer se consumidas por muito tempo. Por isso, libere esses alimentos embutidos ou processados (e, nessa categoria, entra também a salsicha e a mortadela) apenas uma vez por semana, de preferência a versão sem capa de gordura.

4 – Sobremesa láctea
As sobremesas lácteas (aquelas sabor chocolate, baunilha…), fazem sucesso com as crianças porque são bem docinhas e saborosas. Mas não se engane pela aparência de iogurte, pois elas têm bem menos quantidade de cálcio – um mineral essencial para o crescimento e fortalecimento dos ossos, dentes e cabelos. Além disso, esses produtos são gordurosos e têm pouca proteína. “No lugar da fruta, mais nutritiva, muitos contêm aromas e corantes artificiais, que devem ser evitados nos primeiros anos de vida pois estão relacionados a uma série de problemas – de alergia à hiperatividade”, afirma Elaine Pádua. Ela explica que os corantes amarelos e vermelhos são os mais perigosos. É claro que seu filho vai querer comer essas guloseimas de vez em quando. Porém, sempre que possível, substitua por uma mistura de iogurte natural com a fruta que ele mais gosta. Basta bater essa combinação no liquidificador ou amassá-la com um garfo. Se o seu filho quiser algo mais doce, coloque açúcar mascavo. Essa preparação deve ser consumida entre 30 minutos e 1 hora.

5 – Leite de soja
A soja é classificada como um alimento saudável, mas nem sempre é uma boa ideia oferecê-la para as crianças. Isso porque pode ser tão alergênica quanto a lactose, presente no leite de vaca. “A soja é uma proteína de difícil digestão, por isso, pode causar alergias alimentares em crianças menores de dois anos, que têm um sistema digestivo imaturo”, afirma a nutricionista Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável, em São Paulo. Alguns especialistas até questionam o nome “leite”, já que ele não oferece os mesmos nutrientes, como os aminoácidos e o cálcio. Se o seu filho tem intolerância à lactose, você já encontra bebidas com adição de cálcio. Também vale substituir por leite de arroz, amêndoa e de cabra.

6 – Bisnaguinha
Ela é molinha e fofinha graças a muuuita gordura hidrogenada! Esse tipo de pão é feito de farinha branca e açúcar, ou seja, tem poucos nutrientes e nada de fibras. Não faz mal oferecê-lo uma vez por semana, mas, nos outros dias, opte pela versão integral ou de fôrma, recheando com requeijão ou até geleia, contanto que seja sem açúcar. Os pães de padaria ou feitos em casa, naquelas panificadoras portáteis, também são ótimos substitutos, pois têm menos conservantes. Outra opção rápida e saudável: minipizza de pão sírio! Chame seu filho para ajudar você a montar essa delícia com muçarela de búfala, queijo prato ou queijo branco, tomate – pode ser o cereja, que as crianças adoram – e algumas folhinhas de manjericão fresco. Aí, é só colocar no forno em fogo baixo por 15 minutos e se deliciar.

7 – Frozen yogurt
Eles parecem saudáveis por conta do iogurte, que tem pouca gordura e é fonte de cálcio. Realmente são uma boa opção, mas só se a marca de frozen usar iogurte de verdade em sua formulação. “Esse ingrediente é bom porque é natural e não tem aromatizante”, explica Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável (SP). Em 2011, o Proteste analisou oito lojas e constatou que apenas uma usava mesmo a bebida láctea, enquanto as outras misturavam sorvete comum ou à base de iogurte. “Esses últimos têm gordura saturada e trans, que aumentam o colesterol ruim e ainda diminuem o bom”, completa Santhi. Para se proteger dos “falsos”, analise o rótulo (quando tiver) e pergunte a porcentagem de gordura (quanto mais próxima de zero, melhor). Ah, e controle as coberturas escolhidas pelo seu filho, que costumam ser uma bomba calórica.

8 – Cereal matinal
Já reparou no que sobra no saquinho quando acaba o cereal do seu filho? Açúcar puro. Pode ser uma boa fonte de energia, já que cada grão do cereal é um grão de milho, mas só. “É possível conseguir a mesma quantidade de carboidratos em outros alimentos, como pão integral e mingau”, explica a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, que presta assessoria nutricional, em São Paulo. Há, no entanto, opções sem açúcar (em geral, destinadas aos adultos). Você pode adicionar uma fruta, como banana ou morango, para deixar a mistura mais docinha. Depois que seu filho tiver um ano, também dá para usar mel. Se quiser usar açúcar mesmo, prefira o cristal (uma colher de chá basta), que é menos processado do que o refinado.

9 – Empanados de frango
Parece carne de frango, mas o empanado é o que os nutricionistas chamam de compensado, uma mistura de ingredientes nada nutritivos, como partes de frango, pele, farinha e leite em pó. Então, mesmo que você faça assado em vez de frito, ele não é saudável. Para piorar, o que dá gosto à mistura é o glutamato monossódico. “A substância realça o sabor e interfere no paladar da criança, deixando a papila gustativa acostumada a esse tipo de alimento”, conta a nutricionista funcional Gabriela Maia, do Rio de Janeiro. Muitas vezes o empanado industrializado é usado como substituto da carne de boi ou de frango, que são proteínas completas. Só que eles não são equivalentes. Uma opção é fazê-lo em casa. Não tem tempo? Então, para suprir a quantidade de proteínas da carne, que tal cozinhar cerca de quatro ovos de codorna? O preparo vai levar os mesmos cinco a dez minutos.

10 – Produtos light e diet
Se você tinha a impressão de que poderia consumi-los sem restrições, esqueça! Para crianças, os diet e os light são indicados apenas em casos de doenças como obesidade e diabetes. Achar que eles podem ser servidos à vontade, já que têm menos açúcar e gordura, é um erro. “Isso porque o fabricante adiciona sódio para manter o sabor. Então, melhor ingerir uma quantidade menor da versão tradicional do que o dobro da light”, orienta Virginia Weffort, nutróloga do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). E a criança precisa de energia para crescer, então não é indicado tirar totalmente o açúcar da dieta – lembrando que ele é encontrado em vários alimentos, como frutas e massas.

Eles são saudáveis, quem diria

Atum enlatado
A versão conservada em água em vez de óleo é fonte de ômega 3 e tem gordura boa. Bom substituto para os embutidos.

Legumes congelados
São práticos e têm boa conservação de nutrientes e fibras. O congelamento faz com que percam apenas um pouco de vitamina C.

Pipoca
É rica em fibras e substâncias antioxidantes, que podem prevenir até câncer. Mas preste atenção no preparo: de micro-ondas não vale. Faça na panela com um fio de óleo vegetal. E não exagere no sal!

Fonte: Revista Crescer (por Fernanda Carpegiani)

Como escolher a babá ideal

ONDE PROCURAR?

As vias mais comuns vão desde anunciar em jornais, pedir ao porteiro, até empresas de colocação de pessoal.

Empresas de colocação : se você está buscando segurança fique com essa opção, porém, verifique se é uma empresa idônea, há quanto tempo está no mercado, se possui rigoroso teste de seleção e quais benefícios ela oferece.

Afinal você vai contratar alguém para ficar na sua casa, com seu filho: patrimônios mais importantes de sua vida.

NA ENTREVISTA:

Agende horários em que possa fazer as entrevistas com calma.

1. Não abra mão de dois recursos:
a. Sua intuição, se preferir, seu “feeling”
b. Dados concretos: documentação, referências, tempo de serviço, etc

2. Em primeiro lugar, uma Babá deve gostar de crianças. Você deve observar os sinais como: ela sorri quando fala de crianças, fala com carinho, de que forma fala das crianças que já cuidou.

3. Babás devem ser bem humoradas, afetuosas, seguras, responsáveis, pacientes. Observe se ela demonstra estas qualidades.

4. Recolha o maior número de referências e verifique você mesma, uma a uma. Mesmo que a agência já o tenha feito. Isso vai gerar maior confiança em relação à Babá.

PESQUISE:

• Um pouco do histórico familiar, suas relações familiares, com quem mora,
• o que gosta de fazer nas folgas, se toma medicamentos, faz algum tratamento,
• Avalie o conhecimento dela, por exemplo, perguntando como ela faria em determinada situação, que alimentos sabe preparar, etc.;
• Questione o relacionamento da babá com as crianças que já cuidou, do que elas gostavam, que atividades fazia com elas.

6. Observar o cuidado pessoal da candidata. Uma babá deve ser asseada.

7. Descartar as que fumam, façam uso de álcool ou medicamentos continuados
8. Se você tem filhos em fase escolar é necessário que a Babá tenha uma escolaridade compatível.

9. Pergunte sobre os serviços que ela sabe executar e avalie a coerência com que ela explicar como o faz.

10. Babás excessivamente jovens tendem a ser mais negligentes com as crianças, portanto, se você trabalha fora, não são recomendáveis. Prefira pessoas mais experientes e responsáveis, com normas, condutas e horários.

11. Evite dar folgas quinzenais, estas ficam estressadas e o prejudicado é seu filho.

12. Anote todas as atividades que a babá deverá cumprir, acertadas na entrevista, inclusive horário de trabalho, folgas, para evitar desentendimento posterior

E, principalmente, perceba a empatia, os sentimentos que esta candidata provoca em você. Tente perceber afetividade, gestos, segurança, enfim, comportamento.
Se perceber mal humor, levianismo, rancor, agressividade… DESCARTE.

Se a entrevista foi favorável e ela foi indicada por uma empresa de sua confiança, converse sobre a rotina da sua casa e o sistema que você adota, decida com ela uma forma para esclarecer seu gosto, horário das tarefas, para que esta adaptação seja tranqüila. Relate todo trabalho que terá que realizar.

Empresas tem profissionais que fazem a análise dos documentos (hoje há muita sofisticação na falsificação de registros, endereço, referências) , verificam referências, fazem avaliação psicológica e mantém um dossiê da candidata.

NO PERÍODO DE ADAPTAÇÃO:

• É um período que você deve acompanhar todo o trabalho da Babá, observando-a ou checando o que foi feito durante os primeiros dias. É um período que a Babá necessita muito da sua orientação. Mãe, criança e babá estão no período de adaptação. É um importante que as três estejam sempre em sintonia. Simplesmente deixar a criança com a babá, pode gerar na criança ansiedade, angústia, medo, pois ela não tem a mãe perto e está com uma estranha, de uma hora para outra.

• Exija sempre o uniforme. Ajuda a Babá sentir-se profissional, evitando assim que desvirtue do seu papel.

• Se seu horário não for compatível com o dela, utilize o sistema de bilhetinhos; é importante que mãe e babá mantenham sempre um canal de comunicação. Você quer (e precisa) saber tudo o que acontece com seu filho.